A Psicanálise Silvestre Se o relato da paciente ansiosa que procurou Freud fosse aceito, exatamente como foi aludido, tendo o jovem médico ignorado certo número de teorias e regras técnicas da psicanálise e cometido uma incompreensão e erro “científico”, poderíamos dizer houve a pratica da psicanálise silvestre. Assim como acontece com o jovem estudante que pratica com bastante constância, seus “joelhaços”, equívocos de reprodução e representações. Registrando que o material para a construção deste artigo não tornou possível permanecer limitado somente ao seu conteúdo e, ao buscar-se ir além, incorreu-se no perigo de cometer-se todos os atos necessários para caracterizar a falta de técnica da psicanálise silvestre. Antidesenvolvimento Desde a fundação da Associação Psicanalítica Internacional e de que a psicanálise foi difundida, as idéias, alguns termos técnicos e algumas regras da técnica psicanalítica foram sendo apropriados e absorvidos pela cultura (principalmente a ocidental). Analisada, criticada, relida, re-visitada e revisada, não, necessariamente de forma isenta, investigativa ou ética, nem restrita aos seus associados, mas a todos os interessados, de diferentes áreas, simpatizantes ou não. No meio acadêmico de psicologia pode-se observar o que ocorre no senso comum: comentários equivocados, representações subjetivas, opiniões pessoasis, ou descaracterizadas, daqueles que ainda não possuem uma visão ampla ou suficiente desprendimento isento e investigativo. Com o passar do tempo este desconhecimento pode ser eventualmente e suavemente substituídos pelo interesse e esforço em desfazer a maioria dos possíveis erros, equívocos e/ou incômodas incompreensões, clarificando o campo de ação associativa e produtiva. Mas quem estaria pronta a esta análise? Refazer e deixar o mais evidente possível a trajetória contextualizada de Freud é sempre válido, estamos presos aos paradigmas, e eles nem sempre deixam perceber que o que acontece hoje não pode ser igual ao que acontecia na época em que ele estava vivo. Alunos de psicologia que variável ou invariavelmente têm contato com as técnicas da psicanálise reproduzem constantemente equívocos similares ao do jovem, desconhecido e injustiçado médico do subúrbio que foi vinculado às colocações de Freud acerca da psicanálise silvestre. Bom que isto ocorresse no campo teórico e só nas fases mais iniciais e teóricas de estudos. Cabe lembrar que vivemos em tempo de “liberdade” de conhecimento, qualquer um que tem acesso livre às teorias (às vezes, até a prática) não os tem aos critérios e a responsabilidade ética. O direito de apropriação ilegítima sendo preservados em prol desta pretensa “liberdade” só permite propagar erros e causar danos. O dito é tido como certo, por falta de crítica, critérios ou avaliação: é mais fácil crer que investigar. Iatrogênia, método ou remédio que mata o doente, é bobagem! Não são observados critérios para que se adote responsabilidade ética antes de danos e das tragédias. Boa e completa leitura das obras de Freud, graduação e especializações são insuficientes, podem abastecer de falsidades a vinculação para divulgação imediata e mediada, via TV, paga pelos piores comerciais, mais caros e inimagináveis. É isto o que os novos tempos exigem: altas cifras em horário nobre. Já em sua época Freud asseverava para importância do aumento de legitimidade nas terapêuticas: “o empobrecimento do ego devido ao grande dispêndio de energia, na repressão, exigido de cada indivíduo pela civilização, pode ser uma das principais causas desse estado de coisas.” (As Perspectivas Futuras da Terapêutica Psicanalítica). Da mesma forma que os lugares legítimos ficam vagos existe perfeita banalização de tudo. As técnicas e teorias são vendidas como produto “kit” serializado, onde somos “obrigados a engolir” idéias equivocadas como: o “Macarrão é vendido como objeto de desejo (...). Massas comuns perdem espaço no mercado brasileiro”. Uma séria resistência (coletiva e induzida) não nos permite analisar profundamente nosso tempo, cultura, consumo, produção de lixo, sociedade e legitimidade. Será que negamos tornar-nos adultos saudáveis tal qual propõe as perspectivas? Não atravessamos com êxito a construção de nossos superegos? Estaremos tão doentes que não suportamos qualquer tipo de tratamento ao ponto de negarmos perspectivas futuras? Meu “joelhaço” fixa a fala na tolerância ao hiperconsumismo desenfreado, na produção de montanhas de lixos e ao isolamento individualista e lucrativo. Como se nossa mais bela obra de arte permitisse jogarmos bombas, ou aviões uns nos outros enquanto disfarçamos cantando o “Jingle” da última campanha da paz chamada “civilização, eu me amo”! “O Joelhaço” Quando nascemos, nominados e “esperados”, nosso ambiente nos impõe, determina e manipula as variações mínimas e os limites daquilo que será ou não aceito. A punição ao que escape deste determinismo é a Exclusão! Semelhante a Dom Quixote, cavaleiro errante, esquizofrênico, apontado pelo discurso médico, social, econômico e cultural. O reforço se faz através do nosso vital e necessário Pertencimento! Através daquilo que é chamado desenvolvimento humano, vamos comprando e vendendo, sem limites de idade, a modelagem única. Modelagem que garante ao doente pertencimento ao “Kit” neurótico, rico e de alto Q.I. e, é aí, que a psicanálise não tem autoridade e autorização para o avanço, pois andamos em círculos. Nossa submissão humilhante ao método único é garantida em prol da “santa normalidade” científica e globalizada. Enquanto vamos fingindo nosso padecimento e pertencimento, vamos dando “vivas” e “salvas” ao Grande Irmão (“Big Brother”, George Orwell) num “Admirável Mundo Novo” (Aldous Huxley) assumindo aos brados de: Viva a involução! Salve a natureza Humana! Enquanto isto o determinismo puro e a assimetria triunfam para seguirmos não analisáveis e eternamente compromissados como nosso modelo único de mundo e realidade paralisantes: paralisados, empobrecidos, de forma individual e coletiva. Autonomia, solidariedade ou evolução podem morrer, junto com muitos seres humanos, ao esbarrarem no limite da “linha de borda”. Pensar ultrapassar esta linha de fronteira é garantir o estigma de “cavaleiro errante”, louco. Ou controlamos a loucura para não ultrapassar esta linha do conhecimento ou ultrapassamos a linha e as regras, comendo da árvore do conhecimento e sendo fatalmente excluídos do mundo consensual da realidade, engolidos pelo mar da loucura desconhecida e descontrolada. Fazemos as duas e tantas outras coisas... Dentro do “kit” adotamos uma psicanálise silvestre, das técnicas com menor tato e com inverdades consentidas, equívocos produzidos. Reproduzidos nossas resistências, doenças e “ciências” que garantem a não psicanálise, promovendo melhor a falta de análise e tratamentos. Finais Para deixar nascer e crescer o lugar do tratamento dentro de nossa época e sociedade não podemos pensar que sofremos de uma espécie de ignorância e que a posse de informação nos fará remover esta ignorância, pois o fundamento desta, está na sua resistência interna: “A tarefa do tratamento está no combate a essas resistências”. A psicanálise não dá esta “informação”, ela se apresenta quando o paciente está preparado a alcançar a proximidade do que ele reprimiu e quando tem uma ligação suficiente com o intermediário, ou seja, com a própria psicanálise e com o outro. Esta ligação suficiente não autoriza o psicanalista assumir posturas e o suposto saberes, pois isto é o próprio sinal/sintoma de ligação insuficiente, carregada de pouquíssimo sacrifício de tempo e sucesso na aquisição das técnicas necessárias. Esta é a ligação insuficiente entre os pacientes, ou interessados no método e resultados (a sociedade) e os psicanalistas (psicanálise). Somente “forço as portas” e a atenção para possíveis causas de nossos distúrbios coletivos, propondo tentar melhores formas e evitar dano as convivências. Creio estarmos necessitados de analises profundas, de repensar nosso envolvimento real como pessoas e como sociedade (seu produto), mesmo que já tenhamos passado do ponto retorno. Vale mais dar outra volta novamente que permanecermos estagnados e não andarmos. Ou nosso ego não suporta o desafio de crescermos para uma realidade mais humana?! Obras consultadas: STRACHEY, James. Edição Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1996 - volume VII (1904, p. 257/262); volume XI (1910, p.127/136); volume XII (1912, p. 149/159 e 164/187); volume XIII (1914, p. 241/247). 
Escrito por livroslidostorres às 19h57
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...continua Sr.Zian...
Enfim, Zian, o espírito, o vento, a vida, a morte, a liberdade, o amor, a verdade, SOPRA, vai, aonde quer. Ninguém sabe de onde vem nem para onde vai. Não tem princípio e não tem fim. quem tiver ouvidos... (Se perguntar o lugar, o lugar, o lugar... é onde há repouso e movimento, simultaneamente)
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Escrito por livroslidostorres às 13h19
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Dormir/sonhar é acordar-se para dentro...assim diz outro amigo, Mário Quintana Enquanto sonhas vou escreve estórias pra ti dormir...era uma vez uma menina que gostaria de tronar-se mulher, mas esqueceu como seus ancestrais faziam seus rituais de iniciação daquela vida de “menina” para a vida de “mulher”, depois ficava sentada com sua imaginações ilusionárias, na beira da escada, agarrada na vassoura...até dormir e sonhar também... No sonho lembrou das suas velhas mães arcaicas, que manipulavam ervas, usavam alquimia. Alquimia que ensinaram aos homens...estes a muito tempo roubaram a formula, mas não as manipulam, somente as vendem...mas este é um outro sonho...um sonho que chamam de “REALIDADE”, REALIDADE CAPITALISTA...OS HOMENS E SEUS CAPITAIS...FAZEM séculos que sonhamos com maus negócios... Acho que a menina que sonhava descobriu que só tinha poderes fora do mundo REAL, por isso acordou e começou a escrever desvairadamente...escrevia trabalhos para a faculdade, cartas a mão, cartas no noot book, cartas, mantinha vários diários...e pensava até em escrever livros V-Á-R-I-O-S... Mas existia uma vida prática, para praticar...e o processo era longo, processos são sempre muito longos...resolveu somente lavar as calçadas da fama...um dia ela iria atravessa-la. Quando nascesse outra vida em que não fosse uma favelada...pobre...com este maldito RETARDO MENTAL...rezou,, rezou muito, pois ainda lembrava de lições arcaicas que diziam que as mulheres e suas lágrimas de sangue misturadas a muita reza MUDAVAM O MUNDO DOS HOMENS...REZOU pelos meninos que ficaram desamparados pelo sistema... pelos monitores de uma instituição para menores, “abandonados”, infratores, excluídos, pelos que não passaram pela seleção de qualidade onde só os melhores sobrevivem... SENDO A GENEALOGIA CINZA, O PODER SERIA VERMELHO (em destaque)? OU SIMPLESMENTE INVISÍVEL? (E quais cores e transparência poderia possuir o trabalho?)
Escrito por livroslidostorres às 17h04
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A VOZ E O TEMPO – 16/19 de março de 2009... A colheita é comum, mas o capinar é sozinho. (João Guimarães Rosa) Roberto Gambini (autor do livro entregue neste dia [19] ao colega) elabora uma metáfora que muito me tocou entre o artista e sua voz quando canta. Lembrei-me das ferramentas e seus manuseios durante nossa formação: “elaborações teóricas, decantações de leituras [escutas] e estudos” [grifo “nosso”] no caminho da construção corriqueira para pensar sobre/na psicoterapia e na vida [a leitura do prefácio do livro me sugeriu estas associações...] “Algo que radica na empiria [empatia] e que é fruto da interação...” (nos tornamos inteiros...) “no oficiar [oficinar] o quotidiano em sintonização rente à subjetividade do outro” “esforço pongente de apanhar a mola, o nervo do ofício de terapeuta – essa profissão em que, mais do que qualquer outra que a o longo dos séculos o ser humano tenha inventado, se exige que o profissional entre não apenas com o seu saber (forjado a custo de ESTUDO, RIGOR, MÉTODO, DISCIPLINA [eu diria ÉTICA também!]), mas na sua plena subjetividade, COM O QUE ELE É. Tal metáfora, através do discurso deste livro “condensa aquilo que é o cerne, o caroço” para aqueles que se entregam a atividade como a um destino, não determinado... Aquela que prefacia o livro comenta a fala do autor: “hoje sou profundamente casado com minha profissão, que não pode ser outra”. Eu somente agora compreendo o que ganhou outra perspectiva: eu só namorava o ofício como sua aprendiz/estudante. Só agora começo a desvendar outro começo, o tempo do casamento com o ofício (embora sendo hoje amante, seja também e ainda estudante/aprendiz...). Esta “metáfora matrimonial” não é sinaliza o artifício retórico, mas algum grau do comprometimento/compromisso... lugar onde deixo o outro entrar, contar suas histórias, escuto o tempo... Não se define unicamente uma decadência (finitude ou morte), “mas um agente que madura, matura, sazona – o vinho e os homens”; as mulheres e os livros; os seres e os seus filhos, suas obras e histórias entrando para a colheita, cultivos e novos plantios. Um tempo semelhante ao “princípio primordial de criação”, “maturidade daquilo que a experiência trama e condensa”... Apenas abre a voz, e o tempo canta (Chico Buarque) Apenas me proponho alguma escuta de alguma voz lançada... Que com o trabalho e canção do tempo que canta, Escuto, ouço e danço... Ânj@... DESCONTROLE REMOTO 28 de março de 2009 (16:02). Dia do apagão voluntário, como voto... Votos por algum outro e novo capítulo pela vida (humana) na terra. Durante uma hora, às 20:30, devem ser APAGADAS as luzes (da sua sala), com este ato SIMBÓLICO estaremos (supostamente) conferindo nosso desejo de que a vida (o humano) fique a frente dos interesses do SISTEMA (desumano, capitalista, que mastiga gente nas arcadas dentadas de sua mastigação trituradora/trituratória...). Leio o Livro do Desassossego (L.doD., de Pessoa), me inspira... Inspiro-me... Escrevo: Olhando a Lagoa por entre as grandes grades e com as chaves que não abrem, Nem trancam Nada. Com a Gata, mas não a como, não há como; Com algum cachorro que quer passear atrás de alguma cadela, no cio... Presa no lado de dentro e presa no lado de fora. O chaveiro dorme No bolso, ou nas mãos da imaginação, talvez no duro chão DESCONTROLE REMOTO IMPROVÁVEL, INCERTO E TAMBÉM INCANSÁVEL Descontrole remoto, encoberto Instável e ideal... “...FINCADA COMO PÓ OU PORCARIA NA SUPERFÍCIE DE NUNCA MUDAR.” (p.73)
Escrito por livroslidostorres às 16h59
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Escrito por livroslidostorres às 03h00
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menino milagreiro...HISTÓRIA PARA ZIAN...
ERA UMA VEZ UM MENINO QUE TINHA FAMA DE FAZER MILAGRESNASCIDO MUITO DEPOIS, MUITO DEPOIS DE UM TAL DE TALES DE MILETO, NA GALILÉIA...UM DIA COM MENOS DE DOIS ANOS...BEM MENOS, DEPOIS DE UMA CHUVARADA PEGOU UMA TAUBA DE MADEIRA E SEU PAI DISSE: GURI VE O QUE TU VAI APRONTÁ! NÃO DEMOROU PASSOU UNS QUERAS SISÚDOS E DISSERAM PRO JOSÉ TEU FILHO TÁ APRONTANDO DENOVO. QUE FOI AGORA? ERA UM SÁBADO! TEU FILHO TÁ FAZENDO UNS PASSARINHO DE BARRO E SOPRANDO DANDO-LHES VIDA, E O PIOR OS PASSARINHOS TÃO CANTANDO... O JOSÉ FOI LÁ E REINOU: PÔ GURI! DENOVO? BOTA A TAUBA NO LUGAR E VAI FALAR COMIGO... [OS PASSARINHOS VOARAM TUDO...] NÃO TE AGUENTO MAIS... VAI PROCURAR A MORTE... DEPOIS DE MUITO PROCURAR ELE FOI... ELE FOI EM BUSCA DA MORTE... DEPOIS DE MUITO, MUITO PROCURAR ENCONTROU A CASA DA MORTE... BATEU E A MORTE NÃO ESTAVA... E ELE CANSADO ADORMECEU... QUANDO ACORDOU A MORTE ESTAVA CHEGANDO. [A MORTE PEDIU DESCULPAS...] MEU GURI O QUE TÁ FAZENDO AQUI? TUA HORA NÃO CHEGO. O MENINO QUE ATENDIA POR JESUS CONTOU A MORTE O QUE TINHA SUCEDIDO. A MORTE QUE ALÉM DE BOA CONSELHEIRA, POIS NUNCA NOS ABANDONA NEM NOS ENGANA, ERA BOA COZINHEIRA...PREPARO UM RANGO REFORÇADO PRO MENINO... VAI LÁ DONDE TU VEIO E, BOTA PRA QUEBRAR! QUEBRA TUDO MESMO! E ELE FOI...CHEGOU APRONTANDO E FAZENDO UM MONTE DE MILAGRES... DIZEM QUE ATÉ MORTO RESSUCITOU... VOLTOU NA CASA DOS PAIS QUE DEPOIS DE ALGUMAS RECLAMAÇÕES E DESENTENDIMENTOS NÃO FEZ NENHUM MILAGRE... COM A RECLAMAÇÃO DA MÃE: RECEM GHEGASTES JÁ TÁ INDO?! (SEGUE...)
Escrito por livroslidostorres às 05h07
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histórias de João (teste...)

[“Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos tem sido campeões em tudo. E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil Eu tantas vezes irrespondível parasita Indesculpavelmente sujo, Eu que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho Eu que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo, (...) ENTÃO SOU SÓ EU QUE É VIL E ERRÔNEO NESSA TERRA?” Fernando Pessoa ]
Escrito por livroslidostorres às 04h26
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Olá aqui tem início uma página de várias histórias... histórias iniciadas (começo do "serem contadas") em 31de janeiro de 2009. (aniver da melodia...)
Escrito por livroslidostorres às 02h10
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